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Dia 6.

Vez ou outra somos atingidos por uma nova luz, uma nova voz, um novo som que desperta aquela poesia a tanto adormecida.

Depois de um longo dia, entro no carro e parto para casa. No meio do trajeto, o trânsito pesado faz com que o caminho se alongue. Ligo o rádio e me surpreendo com essa banda que até então eu não conhecia. Young the Giant.

E por toda a duração da música que tocou na rádio e reverberou naquela espaço de solidão que um carro no meio de um engarrafamento pode se tornar,  eu consegui não pensar em nada mais além de mergulhar na canção. Acho que essa é a função de toda arte, nos levar para uma realidade paralela, onde tempo não existe.

Talvez o objetivo dos que produzem arte seja buscar essa voz pessoal e fazer com que o tempo desapareça.

 

 

Como encontrar esse caminho?

Acho que começa com a dedicação e disciplina ( texto do  Dia 1  ) e talvez a ousadia de fazer o novo e compartilhar. Se jogar no mundo como uma banda sempre faz. Encontrar o novo no sentido de produzir o que antes não existia, mas também de experiementar algo novo e repetir, repetir, repetir até que nossa realidade mude e se abra para mais experiências. A arte está aí acessível por que a alma se expande, aceita e pede mais.

 

dezembro 5, 2017

Dia 5.

dezembro 7, 2017

Dia 7.

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